
O amor, aquele que é genuino e que se baseia em querer bem ao outro, ocupa-nos a vida toda...quer já tenha chegado, partido ou seja uma semente! Trata-se de um assunto para, pelo menos, mil e uma horas...
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
sábado, 29 de dezembro de 2007
A voar
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Maldito fim antes do fim

Dunas
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
domingo, 23 de dezembro de 2007
sábado, 22 de dezembro de 2007
Complicar por desejar

Imagem de P Fradique
Eu só quero ser amiga...porque não posso ser mais sem te possuir, porque não posso ser mais sem me possuires, sem me encheres os pensamentos todo o dia, sem estares no meu sorriso, sem seres aquele que me faz chorar se partir.... Eu quero ser amiga...porque acabei de chorar, de me perder e não quero começar uma relação perdida nem perder uma relação bonita. Eu fecho as janelas, mas o vento teima em uivar...este frio que não se sente termicamente, mas no ouvido e no coração desconsola-me, desconforta-me. E o vento és tu, a tua inconstância, o desalento...as voltas que a vida dá apesar da nossa vontade.
Não é palpável, mas está presente.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Talvez mais tarde, talvez nunca

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
AMOR
Composição: Bem querer, Ouvir, Sinceridade, Valorizar, Compreender, Partilhar
Excipiente: Tempo
Categoria: Pertence ao grupo dos bens da natureza.
Indicação: Medicamento para um vida plena.
Contra-indicações: Eventualmente ciúme, enquanto as doses não se ajustam
Precauções particulares de utilização: Em caso de corte brusco, contra-vontade, síndrome de abstinência e alérgico (rinite, emagrecimento, olhos e nariz vermelhos, ...)
Efeitos em grávidas e lactentes: pode potenciar a alegria.
Efeitos sobre a capacidade de condução e utilização de máquinas: Por tudo se tornar mais fácil, não deixar de ter cuidado com os protocolos de segurança.
Medidas a tomar em caso de sobredosagem: Fechar os olhos, beliscar-se.
Posologia e modo de administração: A dose depende do estado, mas recomendam-se em geral doses pequenas, ao longo do tempo e de quando em vez afogar-se nele!
Precauções particulares de conservação: Não guardar, consumir e dar sempre que possivel.
Medicamento sem receita médica, livre e grátis!
Convite

domingo, 16 de dezembro de 2007
Tão só (II)
Onde o teu abraço se estende e me enche a alma
Desfocadas as imagens, com luz de nunca
Deixar encher por segundos o meu corpo
De ternura, de silêncios, de carícias
Que estou tão seca de lágrimas, tão triste de chuva
Tão morta de esperar, tão cansada de tentar
Precisava, agora sim, de um abraço, de um consolo
De um silêncio de mãos dadas, de um tempo descompassado
Acompanha-me uns segundos, sem nada oferecer, sem perguntar
Acompanha-me apenas um metros, não consigo caminhar
Precisava, agora ou nunca, de poder voltar
Mas nem quero mais tudo o que quero
Basta-me uma mão, um olhar, um ombro
Era só o teu colo, um segundo, para me embalar

Poema a compor por quem o lê

Conta-me . . . . . . . . . um pensamento leve
Canta-me . . . . . . . . . uma brisa com carícias
Escreve-me . . . . . . . um poema sem letras
Lê-me . . . . . . . . . . . . um toque na alma
Murmura-me . . . . . uma cor em vários tons
Diz-me . . . . . . . . . . . um sorriso cúmplice
Traz-me . . . . . . . . . . um suspiro longo
Sente-me. . . . . . . . . uma folha em branco
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Andar, andar, andar

Vai ser sempre o ir....porque o fim é quando não pudermos andar mais, quando o tempo se acabar e não quando lá chegarmos.
Um dia fica urgente!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
O meu olhar
O meu olhar tem um tom indefenido,
Nem de tristeza, nem de derrota
Tem uma paleta de verdes sobre uma cor de areia morta
Tem um timbre apagado, tem um sorriso desnivelado
Tem uma onda parada, tem uma seara molhada
Tem restos de luzes, tem o peso das cruzes
Tem vontade de descansar, tem sabor a mar
Tem um coração que bate, tem saudade da arte
Tem um precipício de dor, tem um vestigio de amor
Tem consciência da vida, tem uma resistência sabida
Tem de se erguer, tem de esquecer!
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Efémero

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Grande pormenor
domingo, 9 de dezembro de 2007
Olhar
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Inquietações
Eu quero acreditar em ti não de olhos fechados, mas abertos... não me dês sinais estranhos, não me faças ter medo! Não baralhes o ar que respiro, não coloques neblinas no horizonte... Sei que me queres e que talvez não te dês conta da minha inquietação, que preciso de ti aí... não preso, mas seguro!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Gostar de mim!

Suspensa no tempo pela força do vento e pelo barulho do mar
Sou e não sou, deixo-me ir. Saboreio a estranha sensação
O sol quente faz-me reagir...o meu rosto vem iluminar
Bate-me o coração...a querer o sim e a saber do não!
Descubro-me interiormente feliz, segura, forte e calma
Que bom...que sorte...poder numa tarde sentir-me assim
O que mais importa tenho...todo o resto são fantasias do dia-a-dia
Do mês-a-mês, do ano-a-ano,...fica no fundo esta verdade sem fim:
... Gostar de mim!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Escrever
de suspirar com a luz do sol na cara,
mas ainda assim por mais que tente (e tentei)
não consigo escrever nada de positivo, nada de forte, ...
Começo um texto decidida a isso e quando o leio é evidente o desalento!
Tenho de dar um tempo ...e tornar a tentar!
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Travessias
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Desistir
Dá-me um beijo, o primeiro de muitas bocas,
Que eu então desisto para me tentar afogar
Numa ausência de pensamento, de esperança.
Esquecer a perda daquilo que nunca existiu
Esquecer o que me prendia e me fazia escolher!
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Passou
A tua voz para mim era canção...porquê?
Era tão forte o sentimento a dar respostas!
Agora o teu mundo é distante...eu sinto!
Nem por estares longe, mas eu ausente.
E é tão vazio que até a tristeza já passou.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Burra!
domingo, 11 de novembro de 2007
Queria desejar o fim

Queira um vento nos braços
E chuva que chore no meu rosto...
Queria chorar, mas com um choro universal!
Não só meu, mas do meu mundo,
Das minhas arvores, do meu céu,
Do meu mar, que por ve-lo é meu!
Queria cinzento, um frio húmido,
O uivar das correntes de ar,
Queria que os meus olhos também vissem
O que me vai na alma...
Queria viver este luto, esta tristeza
Por todos os sentidos, para então depois
Começar a desejar o fim...
e resgatar o meu coração.
Ainda estar cá
Perder a frescura, mas mantendo as esperanças
E a força de viver, a vontade de aproveitar!
Sentir os anos que pesam, o cansaço,
E não querer baixar os braços!
Sentir que este já não é propriamente o meu tempo,
Sentir que já vivi muito e aprendi outro tanto
Saber relativizar as situações e avaliar os sentimentos
Conseguir prever pela experiência como as coisas são.
Deixar a vida fluir e fugir pelas veias,
Sentir o sol a pôr-se e é tão belo
Sentir a brisa que já se conhece de cor
Suspirar de poder ainda estar cá!
sábado, 10 de novembro de 2007
Flutuo
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Confesso!
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Peças
Dar-te, apenas!
Guiar-te
Consegui ou não?
Socorrer-te
Acompanhar-te
Toda linda a minha intenção!
Cuidado! É fácil
Ser mal interpretada
Disse-me a razão.
E fiquei presa
Dividida, confusa
Quando ouvi o coração!
Segui na mesma,
Tropecei, forcei
O caminho...ilusão!!
Apesar de sentir mais
Do que queria
Não larguei a tua mão!
Já seguro, com uma gargalhada
Não me deixaste cair
Atiraste-me para o chão.
E agora em mim
No lugar do teu traço
Está apenas um borrão!
Não desisto de dar.
As vezes recebe-se
Outras vezes não!
E as amizades bonitas
Assim nascidas ou fortalecidas
Valem bem o preço de muita desilusão!
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
A tua pintura
Pinceladas soltas, corridas, perfeitas
Amei-te assim naquela tela, tão minha!
Mas o resto das tintas conseguiram entrar
Veio o carvão, o silêncio, o óleo, a dúvida,
E agora nasce em mim o medo de te amar!
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Sapos

sábado, 13 de outubro de 2007
Flechas
Pensava
Sou leve demais, futil? Sou despreocupada demais, superficial? Sou crente demais, burra? Sou triste demais, finjo-me viva?
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Reviver o desnecessário

Agora volto a sentir pelo teu abandono da minha vida a mesma sensação de apreensão, de liberdade assustadora. Mas agora não o sinto como experiência, não o sinto como um passo fundamental para o resto da minha vida.
Há amarras que se têm de soltar a certas alturas e embora assustem achamos positivo e ficamos contentes por ultrapassa-lo, pois são componente do nosso crescimento. Outras amarras não são feitas não à nascença, mas à custa de investimento e algumas dessas, esta para mim, chegam também a abraçar o cerne do nosso ser. Estas se se soltam, quer venham mais tarde a ser considerado bom, ferem esse cerne. E sabemos que segundo a primeira experiência conseguimos sobreviver, mas agora não queremos perder a prisão, o laço, não queremos a liberdade independente.
Aquela sensação avassaladora de abandono que roça a nossa imagem, a nossa integridade emocional...como pode ser igual àquela da minha infância? Os sentimentos afinal são como a agua que desce das montanhas...descem...os caminhos podem ser diferentes, a velocidade também, ...mas quando salta faz sempre "splash", dispersa sempre.
E junta ou dividida, por diferentes caminhos, o fim é sempre o rio, é sempre o mar...até uma nova evaporação.
Esperança
Desejo

domingo, 30 de setembro de 2007
Depois
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Felicidade
Será que o nosso amor está condenado? Não quero abandonar a ideia, o ideal....o sonho! Não posso forçar, fazer mais do que estar, saborear, palpitar. Pode ser que nos habituemos irresistivelmente um ao outro ou pode ser que apesar da vontade a realidade seja outra! Que a saibamos aceitar os dois se essa altura chegar e que continuemos a respeitar-nos e amigos como agora.
domingo, 9 de setembro de 2007
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Melancolia
As saudades, as lembranças dos sentimentos
Daqueles tantos pequenos nadas, da paixão
Dos dias, das noites, do teu sorriso, de todos os momentos
Daquela melancolia que no futuro tudo fosse apenas passado.
Essa forte, pavorosa sensação
De te perder, de não te ter ao meu lado
E eu continuar a ti ligada e tu em mim marcado!
Esta melancolia não me sai do coração.
Dias há em que te consigo "vencer", muitos há em que não!
Só queria que me deixasses amar-te tanto quanto estavas enganado!
Prazer
As tuas mãos pousam
No meu ventre!
Carícias nos teus beijos
Um odor a real e fantasia
Quando me agarras
Quase morro de alegria!
terça-feira, 31 de julho de 2007
Bala dirigida
Quando te ia pedir para falarmos
Tu já tinhas decidido tudo, por nós!
Se calhar a decisão foi a mesma
Que iriamos tomar,
Foi pena não termos podido conversar!
Sinto-me como se me tivessem cortado a voz,
Que sensação de vazio...
Não deixo de te querer bem,
Mas parece que levei um tiro!
Não
Não consigo ficar em nenhum lugar, enquanto não souber o que estas a pensar!
Como querer?
Como vamos querer parar o vento que soprou?
Como vamos querer prender a agua que jorrou?
Como vamos querer abafar a explosão que começou?
Os laços que nos unem
Amanhã é tão longe para viver contigo o nosso sonho,
A minha alma chama-te: quero conhecer-te nas horas más..., quero abraçar-te!
O meu sorriso ausente diz: vamos viver...posso alimentar-me de nós?
A minha mão estentida pede a tua para redescobrir novos caminhos.
Deixa, deixa que os laços que nos unem se apertem!
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Não é fácil
Não conheces as minhas filhas....
Eu sei que isso não vai ser fácil, sabes?
Eu sei e tu vais saber que o sonho...o imaculado
Não vai chegar por inteiro e por tempo indefenido
Eu sei que o que te posso trazer é limitado
E não depende só da minha vontade!
Eu sei que o ar oxida e o tempo transforma
Eu sei e tu vais saber que a felicidade
São apenas pequenas coisas:
São a presença, a segurança e a confiança!
You
You are the light that shines in
You are the calm of ranged things
And the life of an opened door
That let my ears sense
The pulling of a drawer.
15/10/06
Início
Só estou a ver e a sentir o lado bom
O enibriar do inicio, o aumentar da paixão
.... e não me quero curar! :-)
27/04/03
Navegar
O horizonte chama-me baixinho e as ondulações que são tuas são sinal de vida, de que o hoje existe.E não chego a amarrar, fico com a corda na mão a olhar, um sopro de esperança, uma força que me impele...e não vou resistir a sentir-me de novo em comunhão entre o céu e a àgua desta terra.
Sozinha contigo...contigo nas correntes que, devagar, nos levam longe!
Desejo feroz
Sentir o impulso animal
Reagir ao aroma de uma brisa
Amar-te sem amarras
Desejar-te sem fronteiras
Viver como um lobo esfomeado
Que jurou que ias ser sua presa!
domingo, 22 de julho de 2007
Foste tu ou fui eu?
Com uma presença ausente
Eu a não querer, mas a tentar agarrar-te
Sem fim, numa perseguição constante.
Palpito, tremo, sorrio com medo
Não me consigo livrar desta rede.
Foste tu ou fui eu que a lancei?
Queria vir descansar
Mas a tua presença paira no ar.
Pior, está cá dentro. Que é isto?
Será solidão, será paixão?
Será um desvio, será o centro
Que eu procurava sem esperança?
Alias, já nem procurava!
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Esta lagrima
Pois a razão e o coração entendem que te vás embora
Desejam-te uma viagem segura e cheia.
Sabem que somos um conjunto especial
E o traço desta tinta é indelével.
Mas o tempo passa levando consigo
A definição dos contornos, as certezas
Será legível todo o nosso poema
Quando finalmente o quisermos ler?
A minha lágrima deve ser apenas um erro,
Mas desce pela face na mesma.
20/07/2007
Não sei se sei
Mas sei que temos uma mão amiga
Um olhar compreensivo
Sei que queremos viver
Gozar o sol antes da noite
Guardando fôlego para contar as estrelas!
Será?
Estou a apaixonar-me?
Ainda é cedo para saber se será uma construção
Mas os blocos vão-se juntando
E estou com vontade de a ver crescer!
Revelação
Me pregaste coração!
Que andavas tu a cozinhar
No segredo do teu labirinto
Para agora me mostrares
A obra feita e eu ter de a aceitar?
Mas não te enganes, não fiquei triste,
Só admirada com tanta força,
Traços certos e tantas cores.
(obrigada por não teres desisitido)
Estas a mostrar-me um novo sentido
Que eu não consigo ignorar e me preenche o dia totalmente,
...mas devagar
Que me dá esperanças, suspiros
E no qual só posso acreditar!
Fio, linha, ligação
Não consigo perceber esta ligação...parece que o único fio visivel é aquele que me liga a tí!
Imagino uma linha a direito entre este degrau onde me sento e que passa por todos estes montes e estradas até ao espaço que ocupas....e não a quero perder!