sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Clareira

Leva-me para um ângulo escondido
Não me fales, pega só na minha mão
Não me olhes, dá-me só o teu ombro
Tira-me do hoje, do aqui e do agora
Não me peças, como se o meu silêncio fosse um grito
Não me entretenhas, como se a minha letargia fosse um refúgio,
Adormece-me e deixa-me acordar diferente
Não me pressiones, fica só ao alcance de um olhar
Não me dês a tua força que eu encontro a minha
Embala-me sem pressa que eu sei que hei-de voltar

3 comentários:

Carlão disse...

Embala-me na tua rede

mfc disse...

Por vezes não são precisas palavras!

Momentos disse...

Tens razão mfc! Sabes uma coisa curiosa? Hoje puseste um comentário em cada um dos meus três blogs... :-) Bjs.